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A sua postura estava relaxada, as mãos estavam dentro do bolso, contudo, sua calda era tudo que quebrava a aparência de tranquila, se erguendo e chicoteando ao chão, de forma lenta, mas o suficiente para dizer que estava desgostosa com o que quer fosse na sua frente.

O caminho para o transportador foi tranquilo, silencioso, e por milagre não se esbarrou em nenhum outro tripulante. Quando chegou, as coordenadas foi ela mesma que digitou, sorrindo para os outros antes de entrar na cabine.

A parada que fez primeiro foi para o mais perto, e depois, apenas depois, ela foi mandada para o local que devia realmente chegar.

Quando chegou lá, o que a recebeu foi o escuro qual já estava acostumada. Zafir sabia que seria muito difícil chegar e ali estar iluminado. Iluminação era para depois, era para o momento de relatório, não o momento de avaliação. Mas ela tinha que agradecer, que apesar de estar escuro e silencioso, não estava frio. Zafir poderia lidar bem contanto que não estivesse com esses três combinações.

⸻ Soube que está na tripulação do Doutor Theron.

A voz rouca, baixa, falhada, comentou de trás dela. Ele sempre tinha essa mania, de aparecer de trás, e Zafir tinha que confessar, havia demorado bastante para se acostumar com isso e não ataca-lo. Se lembrava da primeira vez, havia o jogado para a parede mais próxima, a calda o prensando no pescoço e só havia percebido o que tinha feito quando viu a pele do outro completamente roxa.

Demorou para ter que cuidar e relaxar toda vez que ele se aproximava.

Era um teste de controle. Controle dele sobre ela. E ela tinha que passar toda vez, porque se não…

Bem. Era inútil pensar nas coisas que não iriam acontecer.